Panamá, o pequeno grande estratégico

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Panamá, o pequeno grande estratégico

IMG_2389A República do Panamá é uma boa dica de stopover quando voltar dos EUA. Fizemos uma parada a convite do Dreams Delight Play Bonita Resorts e da ABAV-PB para conhecer um país pequeno, mas de grande importância estratégica, privilegiado por dois oceanos que ajudam a economia do país girar em torno dos serviços, formando um PIB per capita de USD 20,8k (Brasil USD 14,4K | EUA USD 52,7K). O povo? Cerca de 3,6 MM de pessoas (o Estado da PB tem 3,9MM) com perfil festeiro e orgulhoso do canal que facilita a vida de navegadores de qualquer nação. O canal do Panamá é um canal artificial de navios com 77,1 quilômetros de extensão. Sem o Canal do Panamá, os navios seriam obrigados a contornar todo o continente americano. No Brasil, as regiões Norte e Nordeste são as que mais se beneficiam, pois um navio que sai de Los Angeles para Belém, por exemplo, navega 9.128 km a menos; se fosse para João Pessoa, seriam 5.400 KM a menos se passar pelo Canal do Panamá. O Brasil movimenta cerca de 5.224.076 toneladas. É o décimo terceiro entre os países que utilizam o canal.

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O tempo aproximado para cruzar o canal varia entre 20 e 30 horas. Se fosse dar a volta em toda a América do Sul, um navio levaria cerca de 21 dias com um custo 10x maior. Por falar em custo, para viajar pelo canal, a taxa é calculada com base na carga transportada. Pode ultrapassar USD 500K. Anualmente, entre 12 e 15 mil embarcações transitam pelo canal, transportando o equivalente a US$ 9 trilhões em mercadorias; A Sociedade Americana de Engenheiros Civis classificou o canal do Panamá como uma das sete maravilhas do mundo moderno.   IMG_2307