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NRF 2018: A REINVENÇÃO DO VAREJO

Nova York/Estados Unidos

A 107ª edição da NRF Retail’s Big Show, o maior evento de varejo do mundo, debate como será o varejo do futuro.

 

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A experiência do consumidor, a integração dos canais para facilitar o processo de compra e o uso correto da tecnologia e os dados captados através de diversos sistemas, foram os principais temas abordados durante o maior evento de varejo do mundo, que acontece anualmente em Nova York e reúne mais de 35 mil pessoas de mais de 95 nações, que durante três dias consecutivos ouvem os grandes nomes do varejo mundial e visitam cerca de 600 expositores que apresentaram as principais novidades entre conceitos e tecnologias deste setor.

 

Logo na abertura do evento o CEO da Levi’s, James Curleigh, entrou no auditório principal em cima de uma bicicleta e estava vestindo uma jaqueta com tecnologia vestível, os chamados wearables, desenvolvida em parceria com a Google e que chegará às lojas americanas no final deste mês e deve custar cerca de US$ 300,00.  A abordagem de Curleigh foi direta à necessidade de constante atualização das marcas e que na Levi’s houve condições para que a marca centenária se renovasse para não se tornar velha e tão pouco cair em desuso. O segredo, segundo James, sair da inércia e respeitar a segunda Lei de Newton, conhecida como o Princípio Fundamental da Dinâmica e mostra que a força que atua sobre um corpo é resultado da multiplicação da massa desse corpo por sua aceleração, ou seja, é preciso decidir agir em direção à inovação. No caso da Levi’s houve convicção plena e uma intenção estratégica que moveu toda a renovação da marca. Passaram a oferecer não somente o jeans, mas soluções de estilo de vida.

Para isso, foi fundamental buscar, o que ele chamou de, “equilíbrio estratégico” para se manter simples nas entregas aos clientes, mas super sofisticados no backoffice. É preciso evidenciar, diversificar e integrar os canais (omnichannel), disse Curleigh.

 

OMNICHANNEL

Aliás, este termo omnichannel nunca esteve tanto em voga como agora. Já é sabido pelo mercado varejista sobre a necessidade de se integrar a experiência do consumidor na loja física, de forma que a compra seja complementada pela interação digital e vice-versa. No entanto, esta edição da NRF deu destaque especial ao tema ampliando a integração para uma completa transformação da experiência de compra. O consumidor decide como quer comprar e ao mesmo tempo, o produto o encontra através de uma correta leitura e tratamento dos dados captados pelos próprios sistemas que integram os canais.  É simples desde que se tenha uma gestão única dos contatos, haja disposição para decisões difíceis e que o board da empresa busque competências que ampliem a visão estratégica para aplicar tais soluções. Quem ganha com tudo isso: o cliente.

[caption id="attachment_2363" align="aligncenter" width="2592"]Paulo Junior com Luiza Helena, do Magazine Luiza durante a NRF 2018 Paulo Junior com Luiza Helena, do Magazine Luiza durante a NRF 2018[/caption]

Dentre os grandes nomes internacionais, a brasileira Via Varejo também participou de um painel, mostrou toda a estrutura do grupo e contou sua experiência de transição para o varejo digital. Há cerca de 16 anos eles não vendiam nada online. Houve grande esforço para primeiro entender o cliente e suas demandas e só depois iniciar as ações. Hoje, integram a venda online com a entrega nas lojas físicas, tornando a gestão de estoques mais eficiente e o processo de compra mais rápido e barato. O mesmo faz, diga-se com muito sucesso, o Magazine Luiza que, além da Presidente do Conselho de Administração, Luiza Helena e seu filho Frederico, Presidente do Grupo, levou cerca de 80 pessoas para o evento. Uma grande demonstração de valorização do seu pessoal. Aliás, o Brasil levou a segunda maior delegação da feira, ficando atrás apenas do Canadá.

Marcas globais como Starbucks também contaram quais suas estratégias locais para ter sucesso digital. Segundo Shawn Sweeney, Vice-Presidente de Experiências Digitais, a companhia parte sempre do seguinte pressuposto em suas ações: “Somos seres humanos e como tal, queremos todos ser reconhecidos. Isso é a base para desenharmos as experiências, os produtos e a comunicação”, disse Shawn. Segundo ele, há uniformidade estratégica, porém, sempre existe uma pitada local. “Terceirizamos as operações locais preocupados sempre com um alto padrão na entrega”.

 

ALIBABA E O FUTURO DO VAREJO (assista o vídeo)

Contexto

Um dos principais cases apresentados na NRF 2018 foi a revolução que o Alibaba está promovendo em suas operações à partir da China. Os números apresentados pelo vice-presidente para a América do Norte do Grupo Alibaba, Lee Mccabe, chegam a ser assustadores. Por exemplo, o incremento no crescimento do consumo na China a partir de 2018 foi da ordem de US$ 1,8 trilhões, exatamente o tamanho do consumo de toda Alemanha no mesmo período, ou seja, um fato que desperta enormes oportunidades para o mundo, pois, aquele país asiático passa agora a fortalecer o seu consumo interno. Além disso, há uma projeção de que cerca de 26,7% do consumo na China será online em 2019, enquanto o segundo país que mais faz transações online, a Índia, somente 13,3% o farão e nos EUA, cerca de 9,5%.

A China também está dominando o ecossistema que abraça o mercado online, principalmente, quando comparado com os EUA. Nos meios de pagamentos eletrônicos, por exemplo, foram pagos em 2016 cerca de US$ 790 Bilhões na China, enquanto nos Estados Unidos este número não ultrapassou os US$ 74 bi. Sem contar que o custo de uma entrega de uma compra feita online na China custa cerca de 8 remembi, equivalente a US$ 1,16, enquanto a entrega expressa nos serviços postais americanos custa cerca de US$ 23,00. Ainda como pano de fundo, em 2010 haviam cerca de 140 milhões de compradores online tanto na China quanto nos EUA. A projeção para 2020 mostra todo o potencial do mercado chinês nessa área: serão cerca de 891 milhões de compradores online chineses contra 270 milhões de compradores americanos.

Enquanto nos EUA existem diversas companhias que integram todo o ecossistema digital, como por exemplo Ebay e Amazon em vendas, Youtube e Facebook para marketing e Google, Twitter e Face para monitorar performance, o Alibaba agrupa uma série de serviços para abarcar as três áreas que fortalecem o comércio eletrônico.

 

Convergência

[video width="1920" height="1080" mp4="https://pji.com.br/wp-content/uploads/2018/01/20180116_133756.mp4"][/video]

Baseado em todos estas informações, o Alibaba passou a atuar como grande concatenador de oportunidades, propondo parcerias com redes de supermercados, disponibilizando dados, automatizando processos, digitalizando informações, criando verdadeiras lojas inteligentes, tudo para potencializar as vendas através dos seus canais. Uma verdadeira convergência de canais.

 

Contato

[caption id="attachment_2365" align="alignright" width="4032"]Números do Single Day Alibaba Números do Single Day Alibaba[/caption]

Dentro da estratégia de promover uma experiência duradoura e divertida para os consumidores, o Alibaba criou o Single Day, que acontece sempre no dia 11 de novembro de cada ano. É um dia histórico no varejo chinês. São mais de 140 mil marcas participantes, 225 países envolvidos, 60 mil marcas internacionais, 90% das compras acontecem online. Em 2017, somente o single day gerou um faturamento de US$ 25,3 bilhões. É isso mesmo, num único dia o Alibaba conseguiu faturar o mesmo valor que todo Brasil comercializou no ano de 2017 (USD 25,04). Os números não param por aí. Nesse dia foram vendidos cerca de 600 toneladas de castanhas, 168 toneladas de cerejas, cerca de 100 Iphone X em apenas 50 minutos, 100 Maseratis em apenas 18 segundos e 350 carros Alpha Romeo em 33 segundos. Espetacular!!!

 

 

Visitas e aprendizado

Por mais um ano estivemos na feira com um grupo muito seleto de profissionais com larga experiência no varejo, diretores de grandes empresas e professores de universidades renomadas no Brasil. Visitamos diversas lojas, algumas com um alto nível de tecnologia embarcada, como a Lowe’s focada em construção. Lá o cliente pode fazer o projeto de decoração numa área específica ou mesmo enviar seu projeto por email. Pode ainda comprar usando uma tela com todas as informações disponíveis sobre o produto.

[caption id="attachment_2366" align="alignright" width="4032"]Experiência de compra na Lowe's Experiência de compra na Lowe’s[/caption]

 

Fomos também no segundo maior varejista dos EUA, a Costco que faturou no último ano cerca de US$ 118 bilhões com apenas 4.000 SKUs, ou seja, somente 4 mil itens em 700 lojas. A margem mais alta que a rede pratica em sua marca própria é de 15% como margem bruta, obtendo um lucro de 2%, muito alto para este tipo de operação, parte disso devido ao giro extremamente rápido do seu estoque. Note que mesmo tendo margens extremamente baixas, a Costco consegue oferecer produtos e serviços de qualidade.

[caption id="attachment_2367" align="alignright" width="4032"]Visita técnica realizada na Costco: todo produto com preço terminado em 7, significa que não será mais comprado. Visita técnica realizada na Costco: todo produto com preço terminado em 7, significa que não será mais comprado.[/caption]

 

 

Pudemos conhecer ainda a operação da Amazon Bookstore que está aproximando o cliente digital da loja. Recentemente, a Amazon inaugurou sua loja física sem caixas, onde o cliente pega o produto e sai da loja debitando o pagamento diretamente em sua conta, sem a necessidade de um checkout.

[caption id="attachment_2368" align="alignright" width="4032"]Amazon trabalha todos os seus dados digitais também dentro de sua loja física: oportunidades e descontos Amazon trabalha todos os seus dados digitais também dentro de sua loja física: oportunidades e descontos[/caption]

 

Por fim, fizemos uma reunião de aprendizado no Brazil Brazil 46, o melhor restaurante brasileiro em Nova York. Lá o grupo pode debater sobre o futuro do varejo brasileiro e sugerir ações práticas que sejam possíveis de serem aplicadas por aqui, afinal, inovar é preciso. Basicamente, os pontos destacados pelo grupo foram:

  • Marcas movidas por propósitos
  • A experiência do Consumidor deve ser uma realidade: espaço de convivência e customização.
  • Integração dos canais para facilitar a compra pelo consumidor, ou seja, lojas físicas ganham novo significado.
  • Logística do varejo deve ser movida pela velocidade, inovação e digitalização.
  • Inteligência de Mercado ganha força para análise de dados

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Em 2019 tem mais NRF. Sucesso!!!

 

 

NÃO PERCA

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Dia 29 de janeiro faremos um encontro com varejistas em João Pessoa para contar tudo o que aconteceu na NRF.

 

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PJI recebe homenagem em NY

Planejamento e Novas oportunidades

[caption id="attachment_2300" align="alignright" width="1065"]Edna Cesetti, Diretora do MDIC; Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior MDIC; Walter Santos, publisher da Revista Nordeste e Paulo Junior, Diretor da PJI Consulting: análise de cenários e construção de uma agenda positiva e efetiva para o nordeste brasileiro. Edna Cesetti, Diretora do MDIC; Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior MDIC; Walter Santos, publisher da Revista Nordeste e Paulo Junior, Diretor da PJI Consulting: análise de cenários e construção de uma agenda positiva e efetiva para o nordeste brasileiro.[/caption]

No contexto de ter um olhar positivo sobre as coisas, aconselhamos nossos clientes a revisarem suas estratégias, pois, tão certo como o ar que respiramos é o fato de que a “tempestade” passará e somente quem aproveitar o momento para reorganizar a casa e ajustar seus planos de futuro é que terá êxito quando o mercado se reaquecer. Pensando nisso estamos realizando uma série de programas voltados ao Planejamento Estratégico de nossos clientes, através das Clínicas de Planejamento, uma atividade que auxilia no correto entendimento do cenário atual e o projeta para os próximos anos, permitindo àqueles que têm pouca experiência em planos de futuro, o fazer com a segurança necessária. Esta atividade tem ajudado os líderes das empresas a encontrar um caminho seguro e fugir de aventuras em momentos que requer cautela. Planejamento é a base do sucesso empresarial. Como exemplo, tomamos uma decisão importante em relação às missões empresariais que realizamos, geralmente, para o exterior.  Nossa próxima Missão Empresarial com destino à Canton Fair, na China, que fazemos anualmente em parceria com as empresas AL Trade e Classe A Operadora de Turismo, acontecerá somente em abril de 2017, pois, entendemos que a partir do próximo ano é que o cenário no país possibilitará maior segurança para a busca de novos mercados. Como a nossa responsabilidade é enorme na orientação do empresariado, sempre consultamos outros especialistas e principais entidades empresariais do estado, como a Fecomércio e a FIEP, que inclusive nos apoiam em diversas ações, dentre elas a de postergar essa missão empresarial para o próximo ano. Recentemente estive com Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – MDIC, que nos apoiou quanto à construção de uma agenda positiva para o Nordeste ao passo que também recomendou cautela quanto ao cenário atual. Isso demonstra que o empresário deve evitar aventuras, sem deixar de lado a esperança de que dias melhores estão por vir.

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Detestamos Surpresas

Por Walter Felix Cardoso Júnior

 

Embora já não seja pouco tudo que se faça, hoje em dia, para antecipar riscos aos nossos empreendimentos, e mesmo abusando dos avanços tecnológicos a nossa disposição, continuamos quase tão vulneráveis às surpresas quanto sempre estivemos. Talvez, estejamos dando ênfase demais ao alerta automático das mídias ou empregando computação demais para reunir e analisar indicadores, mas o fato é que, vez por outra, falhamos na interpretação da informação. A lógica não é mais a única premissa para uma boa tomada de decisão nesse ambiente de incerteza que nos envolve. Embora o fator “causa e efeito” seja determinante, o tempo entre uma coisa e outra se tornou tão curto que, muitas vezes, resta-nos seguir tão somente a própria percepção. Vale lembrar que as máquinas não podem substituir satisfatoriamente as mentes preparadas porque lhes falta intuição, curiosidade, bom senso, vibração e mais uma infinidade de virtudes imprescindíveis.

Sempre poderemos procurar um culpado pela surpresa. Teríamos acessado dados imperfeitos? Nosso método de interpretar fatos e situações não seria tão eficaz? Nós, como livres atores coadjuvantes do cenário à nossa volta, estaríamos com dificuldade para colocar as coisas na perspectiva certa? A realidade é que o erro pode ocorrer em diferentes graus. Quando as más surpresas acontecem, necessário se faz apurar responsabilidades. Para minimizar o risco, sugerimos que os tomadores de decisão modelem antecipadamente o tipo de apoio informacional com que possam contar. A seguir, listamos nove sugestões que objetivam tornar mais segura uma decisão estratégica:

Primeiro: Identifique com clareza as suas necessidades de informação. Tem necessidade de informação a pessoa que reconhece existir algo errado em seu estado de conhecimento e que deseja resolver essa anomalia porque não sabe o insuficiente para lidar com as incertezas. Bem, muitos executivos simplesmente aceitam o que os sistemas informativos lhes entregam; outros, exigem minúcias dos auxiliares. O ponto de equilíbrio depende da clareza com que você determina essas necessidades.

Segundo: Não permita que outras pessoas decidam qual informação crítica você necessita. Embora o desenvolvimento de competências específicas relacionadas ao trabalho informacional ajudem os auxiliares a lidar melhor com a informação que lhe faz falta, é preciso considerar que muitas demandas costumam ter o caráter pessoal. Idealizar objetivos velados pode ser determinante no jogo do sucesso.

Terceiro: Insista em receber informações factuais e utilizáveis. Não cometa o erro de confiar excessivamente nas habilidades prospectivas de algum auxiliar, ou mesmo na pretensa capacidade de alguém para interpretar fatos. Os colaboradores podem lhe ajudar muito na reunião de informações, seleção e análise dos fatos, na descoberta de intenções dos rivais e na apresentação oportuna de tudo isso. Cabe lembrar, porém, que a responsabilidade é sempre de quem decide.

Quarto: Não conte exclusivamente com o staff pessoal para obter os alertas prévios. É importante que o executivo tenha suas próprias fontes em adição às exploradas pelos auxiliares. Em princípio, não se obtém uma informação importante “de graça” e não é incomum utilizar-se do escambo.

Quinto: Não se deixe influenciar por um “clima de opinião generalizada”. Se você sucumbe a esse fenômeno, tenderá a rejeitar informações “quentes” que conflitem com uma eventual opinião generalizada. Dar vasão ao preconceito pode custar muito caro. A história está repleta de exemplos de perigosas

conclusões generalizada que, passando por cima de fatos importantes, se tornaram largamente aceitas, e catastróficas. Por exemplo, a convicção do comando naval norte-americano, em 1941, de que sua importante base de Pearl Harbour não seria jamais atacada pelos japoneses, obscureceu todas as demais considerações a respeito. Providências mínimas de proteção não foram tomadas e um grande ataque aéreo resultou na destruição total de sua frota do Pacífico. O eufórico clima de opinião precisa ser rejeitado e a melhor política é deixar os fatos falarem por si.

Sexto: Acredite que o oponente é tão esperto quanto você. Como corolário dessa regra, reconheça que os rivais, sendo tão espertos ou mais do que você, têm sempre um plano. Não somente um plano, mas pretendem vencê-lo em qualquer disputa. Seus objetivos podem ser incompreensíveis para nós, mas perfeitamente reais para eles. Leve a sério seus competidores.

Sétimo: É muito importante levantar as verdadeiras intenções dos rivais. Deveria ser considerado um objetivo implícito em qualquer disputa tentar descobrir o que as pessoas podem fazer e farão, mesmo quando aparentam seguir em outra direção. Quando o concorrente lhe declara uma intenção, isso pode ser uma peça de desinformação e torna-se essencial determinar a credibilidade disso. Quando você sabe o padrão de comportamento do rival e tem uma boa noção o comportamento do mercado, suas probabilidades de descobrir a verdade aumentam. A habilidade de mentir é uma das que o homem mais desenvolveu ao longo da história.

Oitavo: Espere que a surpresa ocorra na pior hora. Não foi por acaso que o ataque árabe no Oriente Médio,em 1973, tenha sido lançado no feriado judaico do Yom Kippur surpreendendo completamente os israelenses. Quando querem mesmo causar surpresa, os oponentes planejam ações para hora e local em que menos espera. Não há nada de exclusivo nessa afirmação, pois você poderá desejar fazer o mesmo com eles.

Nono: Recompense as colaborações que ajudam a compreender melhor o ambiente e as pessoas. Não acredite que as informações mais importantes, aquelas que realmente fazem a diferença, venham naturalmente até as suas mãos. Você tem que merecê-las e, para isso, precisará correr atrás delas, valendo-se até de colaborações externas com absoluta discrição. Ninguém gosta de ser visto como interessado nos segredos dos outros. Então, valorize quem lhe dá suporte.

Finalmente, vale destacar que, após sermos surpreendidos, é comum aparecerem os “luminares” revisores do passado selecionando apenas alguns indícios verdadeiros e esquecendo-se de todos os demais, fazendo crer que até mesmo um idiota surdo e cego conseguiria pressentir a tal ameaça. Entretanto, você saberá que não foi bem assim.

[caption id="attachment_2228" align="alignleft" width="200"]WalterFelix Walter Felix é Coronel da Reserva do Exército Brasileiro, Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, investigador em Defesa e Processos de Inteligência e Consultor.[/caption]

 

 

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NRF cria um programa de treinamentos para o varejo

Sony Xperia SP: a cada 3 aparelhos testados, 02 apresentaram defeitos

Péssima experiência de compra com o aparelho Sony Xperia SP. Em 10 dias testei três aparelhos: dois apresentaram defeitos graves. Não recomendo a compra.

 

Conforme os protocolos de atendimento destacados abaixo, encaminhei o aparelho SONY XPERIA SP MODEL C5303 – S/N: BY900C8UJC solicitando a devolução do valor investido na aquisição do mesmo.  Meu pedido se dá após eu testar três aparelhos entre os dias 20/06/2014 e 30/07/2014, sendo que dois deles apresentaram vícios que inviabilizam totalmente a sua utilização. O primeiro, a bateria acabou em 2,5 horas e quase me queimou de tão quente que ficou. O segundo, trocado no dia 23/06, simplesmente apaga após você iniciar uma ligação. Sem condições. Faltou controle de qualidade para essa empresa gigante e patrocinadora da FIFA Wordcup Brazil 2014.  

Os protocolos de atendimento através da central telefônica 0800-8840444 são: 11 410 332 880 | 11 416 736 758 | 11 417 124 267 | 11 417 124 390.  

Neste caso, é necessário providências urgentes da SONY, tendo em vista que tal fato gerou enorme desgaste e prejuízos, além de proporcionar, surpreendentemente, uma péssima experiência de compra com a marca SONY, pois, no meu caso a estatística que vivenciei (02 de 03 aparelhos SONY Experia SP apresentaram vícios) deixou profunda falta de compromisso com o consumidor, além de gerar uma desconfiança com qualquer outro aparelho da marca, que deveria primar pela conformidade e qualidade dos produtos que estão sendo colocados no mercado.

Para comprovação do defeito, além do teste realizado na própria loja CLARO  da Av. Epitácio Pessoa, 1152, eu fiz um vídeo demonstrando a falha deste aparelho, cuja tela some após efetuar uma ligação, ficando sem qualquer controle do mesmo. 

Vejam o video:

Hoje, 16/07/2014, recebo novamente o mesmo aparelho confirmando os seguintes defeitos:

  • Display sem texto ou figura
  • Linha no display
  • Não liga
  • Parafusos frouxos, soltos ou faltando
  • Problema de áudio no Fone de Ouvido

Ações:

  • Atualização de Software
  • Peça trocada

 

Definitivamente, a Sony parece que não entendeu o novo conceito de relacionamento com o cliente.

Lamentável! 

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Clínica de planejamento

Missão Business agradece a confiança de empresários

 

[caption id="attachment_2008" align="aligncenter" width="574"] Paulo Junior com o empresário e ex-Senador, Dr. Roberto Cavalcanti: gratidão da Missão Business registrada ao Sistema Correio.[/caption]

Roberto Cavalcanti, proprietário da TV Correio (afiliada da Rede Record), do jornal Correio da Paraíba e diversas rádios no estado da PB, recebeu os agradecimentos de Paulo Junior pelo apoio do  Sistema Correio de Comunicação ao projeto Missão Business, que levará empresários brasileiros para buscarem novas oportunidades na Canton Fair 2013. 

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Vem aí uma nova ABRAIC

Há exatos 13 anos o Brasil conhecia a Inteligência Competitiva de uma forma mais estruturada. Em 15/04/2000 surgia a Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva – ABRAIC. Desde então, importantes personagens marcaram a história nessa atividade. Nomes como Gilda Massari, Walter Felix, Elaine Marcial, Romeu Marcial, Alfredo Passos, Júlio Reis, Sérgio Marchi, Fabio Rios, Eduardo Lapa, Elizabeth Gomes, Fernando Cortezi, dentre tantos outros ilustres  profissionais da área, contribuem para que a atividade de Inteligência Competitiva continue se desenvolvendo possibilitando o surgimento de novas práticas e bons resultados para as nossas organizações. 

Com todo esse tempo de vida no Brasil, a atividade tem apresentado constante evolução, apesar de uma intensa mudança de pessoas em diversas empresas que adotaram a prática de IC. O número de literatura especializada no tema tem aumentado com o apoio de organizações como a ABRAIC. Pesquisas estão sendo feitas. Teses defendidas. Tudo para ampliar o necessário embasamento teórico. Podemos afirmar que os bons exemplos que temos em Inteligência Competitiva no país são aqueles que contam com profissionais altamente capacitados e com forte embasamento teórico nessa área e a ABRAIC teve participação nestes bons exemplos.

E para comemorar seus 13 anos, a ABRAIC se prepara para voltar ao cenário com mais força e atuação. A retomada dos encontros, seminários, fóruns, oficinas, palestras e cursos ficou bastante clara no comunicado do novo Presidente da ABRAIC, Isac Lopes. Veja a íntegra: 

“A ABRAIC fundada no dia 15 de abril de 2000 completará, no próximo dia 15, seus 13 anos. São 13 anos de muita luta, tenacidade e dedicação de diretores e associados que, de forma abnegada, cheia de idealismo, conseguiram construir pouco a pouco esta MARCA que se tornou motivo de orgulho para todos nós.

Nesse momento festivo, aproveitamos a oportunidade para agradecer a todos associados, Diretores e colaboradores pela dedicação e empenho incansável em prol de nossa associação. São anos que se somam de experiências, garra e exemplo a todos que querem vencer.

Temos muito trabalho pela frente e muitos desafios a serem superados, todavia, gratificante. Temos que fazer dessa entidade, a cada ano, e a cada gestão, uma associação ainda mais forte e representativa, e isso é importante não só para os filiados, mas para o Brasil.

Já fomos maiores, tivemos alguns contra tempo, às vezes a natureza nos impõe dar um passo atrás para poder dar dois para frente. Estamos numa fase de transição e restruturação que deverá durar até o final deste semestre. A partir daí, estaremos prontos e com mais musculatura para colocar a ABRAIC no lugar que ela merece.

Pretendemos, em curto prazo:
– Criar o portal e a Universidade Corporativa da ABRAIC;
– Promover palestra e fóruns permanentes de debates em ambiente “online”.
– Estabelecer a rede nacional de representantes e colaboradores;
– Constituir grupo de consultores da ABRAIC em seus diversos segmentos;
– Lançar a Certificação Profissional em Inteligência Competitiva;
– Buscar parcerias para internacionalização da Associação;
– Lançar, na modalidade a distância, cursos diversos de interesse dos associados.
– Fortalecer o quadro de associados, pessoa física e jurídica.
– Constituir um núcleo estruturante, formado por associados de notório saber na área de inteligência competitiva, para auxiliar e orientar a ABRAIC em suas políticas e diretrizes;
– desenvolver tecnologias e ferramentas de uso dos analistas de inteligência;

– Buscar parceria e patrocinadores para a associação;

Assim, em parceria, buscaremos melhorar o atendimento de nossos serviços, tornando-os mais ágeis e efetivos. Conclamamos a todos associados a colaborarem e participarem ativamente de nossa associação.

Nesta data comemorativa, ao tempo em que comemoramos com grande alegria e vigor o 13º aniversário ABRAIC, aproveitamos o ensejo para relembrar os nossos objetivos:
“Congregar e integrar pessoas que exerçam atividades de Inteligência Competitiva e relacionadas, gestores no nível estratégico das organizações, para proporcionar-lhes atualização permanente e integração com o mercado e disseminar as ferramentas, a metodologia e a mentalidade de Inteligência Competitiva no País.”

Finalmente, quero dizer que tenho muito orgulho e muita satisfação de fazer parte da historia e de vida da ABRAIC.

Isac José Lopes
Diretor-Presidente  “

 

 Conheça um pouco mais da história da ABRAIC:

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O Caminho da Estratégia

1. Não pense desonestamente;
2. O caminho está no treinamento;
3. Trave contato com todas as artes;
4. Conheça o caminho das profissões;
5. Aprenda a distinguir ganho de perda;
6. Desenvolva julgamento intuitivo e a compreensão de tudo;
7. Perceba as coisas que não podem ser vistas;
8. Preste atenção até no que não tem importância;
9. Não faça nada que nada sirva.
Fonte: Miyamoto Musashi (1584-1640)

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Nordeste competitivo: região cresceu mais que o Brasil no último trimestre

Você sabe o que é Inteligência?

[caption id="attachment_1611" align="alignleft" width="221"] É preciso esclarecimento sobre a atividade de Inteligência[/caption]

Cada vez mais tenho ouvido grandes palestrantes utilizarem o termo “inteligência” para se referirem à capacidade cognitiva usada para maior assertividade em diversas áreas. Estão mesmo se referindo ao cojunto de todas as faculdades intelectuais (memória, imaginação, juízo, raciocínio, etc) que deve ser utilizado para o sucesso familiar, nas finanças, nas emoções e nas relações, etc.

Me perdoem os colegas pelestrantes, mas parece que se trata de um “modismo” para deixar o discurso mais bonito. Você já deve ter ouvido que é preciso ter mais inteligência financeira, mais inteligência econômica, mais inteligência em todas as áreas, ou seja, estão mesmo nos dizendo para “não sermos burros” (com o perdão da expressão). Já ouvi de tudo: “Vamos agora começar o nosso curso de Inteligência Financeira”; ou aquela: “precisamos ter mais Inteligência Inter-elacional”, ou ainda “é preciso ter inteligência emocional para suportar tal situação.”

De fato, a palavra inteligência é muito bonita e torna tudo mais sofisticado, mas creio que é preciso mais esclarecimento sobre o correto uso do vocábulo Inteligência (com I maiúsculo mesmo!). Veja algumas definições do Vocabulário de Inteligência produzido pela ABRAIC (Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência):

Inteligência (Intelligence)

Inteligência (Intelligence) É a atividade especializada permanentemente exercida com o objetivo de produzir informação acionável (Inteligência) de interesse de uma determinada organização e a salvaguarda desta informação contra ações adversas de qualquer natureza. O termo Inteligência encerra um tríplice aspecto: (1) como atividade (2), como produto dessa atividade; (3) como área habilitada a realizar essa atividade. Teve origem nos órgãos de Inteligência Militar, passando mais tarde a ser utilizado pelo Estado. Hoje sua abrangência atinge as organizações em geral (Sherman Kent, 1949).

 

Inteligência Competitiva (Competitive Intelligence)

Constitui-se na atividade de Inteligência voltada para o mundo dos negócios, ou seja, para o ambiente competitivo. Busca a manutenção ou desenvolvimento de vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Ver também: Inteligência, Processo de Inteligência, Espionagem, Ética e legalidade, Inteligência Clássica, Vantagem Competitiva, Concorrente.

 

Inteligência de Estado

É a atividade de Inteligência voltada para a defesa do Estado, da sociedade e da soberania nacional. Ver também: Inteligência; Contra-Inteligência; Site da ABIN.

Inteligência Econômica

É a atividades de Inteligência exercida por órgãos do Governo cuja finalidade é a produção de Inteligência para o desenvolvimento de vantagem competitiva de um país, bem como a proteção das informações científicas e tecnológicas sensíveis voltadas para a atividade produtiva.

 

Inteligência Estratégica (Strategic Intelligence)

É a atividade de uma expressão de Inteligência que tem implicações a longo prazo geralmente vinculada a formulação de cenários prospectivos.

 

Inteligência Humana (Humint – Human Intelligence)

Informação de Inteligência proveniente de fontes humanas. Consistem nas próprias pessoas com acesso a temas sobre os quais é necessário conhecer. É a fonte de informação mais tradicional e mais antiga.

 

Inteligência Militar

É a atividade de Inteligência permanentemente exercida pelas Forças Armadas com o objetivo de produzir Inteligência de interesses do comandante de qualquer nível hierárquico e proteger conhecimentos sensíveis, instalações e pessoal contra ações patrocinadas pelos serviços de Inteligência oponentes e/ou adversos. Ver também: Inteligência e Contra-Inteligência.

 

Inteligência Tática (Tactical Intelligence)

É a atividade de Inteligência decorrente da aplicação de estratégia.

 

Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.

Aproveite estas informações e seja mais inteligente.

Sucesso!!!

Paulo Junior

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Plugar mostra como alcançar resultados tangíveis através da Inteligência Competitiva

A Plugar tem mostrado através de seus produtos e serviços de primeira linha, como alcançar resultados tangíveis através da Inteligência Competitiva. Num importante evento voltado para o público de IC, a empresa apresentou o case da CVC, que reformulou sua estratégia de precificação com o auxílio da Plugar e obteve aumento do lucro líquido na operação.

A Plugar recentemente firmou parceria com a PJI Consulting para comercializar seus produtos no Nordeste do Brasil. Em breve, todos poderão participar de encontros empresariais que abordarão em profundidade temas da atividade de IC, mostrando os aspectos mais relevantes da atuação dos profissionais de IC, seus desafios e oportunidades para consolidar a Inteligência Competitiva como uma alavancadora de resultados.

O portfolio de serviços e soluções da Plugar é completo, fazendo da empresa o único full service provider de Inteligência Competitiva do país.

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Inteligência de mercado quer formado em humanas que “ame” números

São Paulo – Combinar informações do mercado, da mídia com outras pesquisas e transformá-las em estratégias é, de forma geral, a função de um profissional na área de inteligência de mercado para empresas. “Há muita demanda porque hoje os clientes estão percebendo a importância desta área”, afirma Isabella Portella, gerente de inteligência de mercado da Sophia Mind.

Para Sérgio Santos, professor e coordenador da área de marketing da pós-graduação da ESPM, o setor tem uma demanda crescente porque não há profissionais qualificados suficientes no mercado.

Ele explica que profissionais da área de humanas como sociólogos, antropólogos podem seguir carreira nesta área desde que tenham especializações na área de exatas, em estatística, por exemplo.

“Também tem que ser uma pessoa focada e bem informada, entender do mercado, do cliente e estar conectado a redes sociais”, afirma Isabella. Segundo ela, os três principais cursos para atuar na área são estatística, administração e economia. Mas ela já trabalhou com uma publicitária com pós-graduação em pesquisa de mercado.

Santos afirma que, para fazer carreira no setor, é indispensável ter visão analítica e habilidade com números. Além de poder atuar em grandes empresas há oportunidades em consultorias especializadas, e os salários dependem do porte da empresa e da experiência que ele teve.

 

Fonte: Exame.com

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Conferência reúne em SP melhores casos de Inteligência Competitiva do país

Reunir as melhores experiências de inteligência competitiva do mercado brasileiro é a proposta da 13ª. Conferência Anual de Inteligência Competitiva, que a IBC promove em São Paulo, entre os dias 25 e 26 de abril. O amplo panorama das boas práticas de IC apresentado no encontro permitirá aos participantes obter melhoria de resultados e vantagem competitiva através de novas perspectivas de IC.

A edição 2012 do tradicional encontro de inteligência competitiva terá novidades em seu formato, permitindo maior agilidade nas discussões. Para tanto, a IBC mesclará às palestras vários estudos de caso, apresentações com a visão do cliente, painéis de insights com flash de ideias e um active dialog com diversos mediadores. Além das análises estratégicas, ferramentas e metodologias para obter os resultados de IC também integram a grade do evento.

Estão confirmados para a 13ª. Conferência Anual de Inteligência Competitiva o Strategic Engineering Manager da Embraer, Felipe Gama Buzzerio, atual presidente do capítulo brasileiro da SCIP, o gerente de inteligência de mercado da Sanofi-Aventis, Maurício Campos, o coordenador de IC da Promon Engenharia, Nuno Pereira, a coordenadora da área de IC da Intelbras, Cristiane Iata, a gerente de IC da Petrobras, Ana Valéria Wanderley, e os gerentes de inteligência para suprimentos da Vale, Helga Canelas e Luiz Scavalda, entre outros.

No segundo dia, uma sessão de formato inovador permitirá aos participantes escolher o debate com o tema de seu interesse: serão oito mesas, com mediadores de empresas como Natura, Grupo Boticário, Facebook, 3M, Robert Bosch, Cortex Intelligence, Sphinx Brasil e Mentor Consulting. Entre os temas, destaque para redes sociais, gestão de projetos de IC, geo-inteligência e war game.

A programação da Conferência termina com dois workshops: no primeiro, Fabio Pinheiro, da área de inteligência de mercado da Votorantim Cimentos, fala sobre análise de cenários e gerenciamento de riscos. No segundo, Flavia Franco, Business Strategy Manager da Aveva, mostra o passo a passo da estruturação de uma área de IC nas empresas.

A 13ª. Conferência Anual de Inteligência Competitiva é uma iniciativa da IBC com o patrocínio da Cortex Intelligence, Cipher, Plugar Sphinx Brasil e ISI Emerging Markets, além do apoio de diversas entidades. Informações no site www.informagroup.com.br/ic e na central de atendimento, pelo telefone 11-3017-6808.

AGENDA:

13ª. Conferência Anual de Inteligência Competitiva
Data: 25 e 26 de abril de 2012.
Local: AMCHAM Business Center, Rua da Paz, 1431, São Paulo, SP
Organização: IBC, empresa do Informa Group
Informações: 11-3017-6808 ou [email protected]
www.informagroup.com.br/ic


SOBRE O INFORMA GROUP

 

O Informa Group é o maior provedor mundial de informação especializada e serviços para as comunidades acadêmica, científica, profissional e empresarial. O grupo tem sede em Londres e cerca de 150 escritórios em 40 países, empregando mais de 10 mil funcionários. As ações do Informa Group estão listadas na Bolsa de Londres, compondo o índice das 250 maiores companhias (FTSE-250:INF). Na América Latina, o Informa Group atua por meio de empresas como AchieveGlobal, Informa Economics, BTZ, IBC e IIR. www.informagroup.com.br

CONTATO PARA IMPRENSA:

Marcelo Toledo – MTb 31.831
+11-2966-8497
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www.toledocom.com

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Curso de preparação de analistas de Inteligência Competitiva no Nordeste

Nos próximos meses a Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva (ABRAIC), em parceria com a PJI Consulting, promoverá no Nordeste, o curso de preparação de analistas de Inteligência Competitiva. Será uma excelente oportunidade paras empresas nordestinas implementarem um setor de Inteligência e apresentar, com efetividade, resultados em relação à concorrência.
Você pode conferir a ementa completa do curso no site da ABRAIC
Aguarde. Em breve mais informações!