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Acredite no futuro!

Olá tudo bem com você! Espero que sim.

Eu quero falar para você sobre um tema muito importante nos dias atuais, em que todos nós estamos sendo forçados ao máximo, recebendo muitas informações, promovendo um efeito visível, talvez impróprio, em nossas vidas, especialmente, em nossas mentes.

Estamos sendo quase que atacados, recebendo uma quantidade de informações nunca visto antes na história, exigindo altos níveis de excelência, que por um lado traz uma busca maior pela produtividade, mas por outro lado traz também uma necessidade maior de cuidados com nossas próprias exigências pessoais em busca dessa excelência.
Muito se tem falado sobre diversos transtornos que sofremos na busca dessa perfeição contínua em nossas vidas profissionais e também na vida pessoal, nos diversos papéis que temos que cumprir. Um desses transtornos é a famosa síndrome de Burnout, que muitas pessoas têm vivenciado, fazendo relatos da grande dificuldade que ela traz e como tem buscado a superação desse obstáculo. Outros tantos tem vivido transtornos como a depressão, além de outras dificuldades físicas que a busca por mais vitórias na vida pode trazer.

O exemplo de São Paulo

Por outro lado é importante destacar que este novo tempo, com mais preocupações, mais informações, mais desafios, e muitos podem dizer ainda, com mais dificuldades, também nos traz oportunidades. Isso me faz lembrar da necessidade de olharmos para frente de continuar lutando para cumprir a nossa missão pessoal, valorizando o nosso propósito. Nesse contexto, lembro de muitos autores, inclusive de livros bíblicos. O próprio São Paulo, que empresta seu nome a uma das maiores cidades do mundo, é um super exemplo. No cumprimento da sua missão pessoal também enfrentou inúmeras dificuldades que, guardadas as devidas proporções, servem de inspiração para nós hoje. Ele também enfrentou um uma série de problemas, de lutas e dificuldades, como por exemplo os que são relatados no livro que ele escreveu aos habitantes da cidade de Corinto, exatamente o capítulo 11, a partir do verso 22, diz claramente: “eu também trabalhei muito, fui encarcerado, acorrentado mais severamente, exposto a morte repetidas vezes“, diz ainda que foi golpeado com varas, apedrejado, sofreu naufrágio, passou noite e dia exposto a fúria do mar, viajou continuamente de uma parte para outra, enfrentou o perigo nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos próprios compatriotas, perigos dos estrangeiros, perigos na cidade, no deserto, no mar, e perigos de falsos irmãos. Vejam só quantos obstáculos! Mas ele fala ainda que trabalhou arduamente ficando sem dormir, passando fome e sede e muitas vezes em jejum, suportando o frio e até mesmo a nudez. Finaliza afirmando que enfrentou diariamente a pressão interior, se preocupando com as igrejas que ele apoiava, ou seja, com as equipes que ele liderava. Como naquela época, hoje também podemos afirmar que em todas essas lutas e adversidades há um propósito maior e é isso que eu gostaria de chamar a sua atenção. Mesmo diante de tantas dificuldades, mesmo diante de tantos desafios, depressões, de síndromes ou de momentos em que nós mesmos criamos consciente, subconsciente ou inconscientemente, devemos manter firme o nosso olhar para o futuro.

Como enxergar e manter a visão de futuro viva e cristalina, de modo a nos fazer perseverar em nossa missão pessoal?

Primeiro o senso de propósito deve ficar claro. Devemos fazer um esforço para elevar o nosso olhar e prestar atenção no que vai adiante de nós, não exatamente no próximo passo ou no próximo buraco que vai existir, mas olhando fixamente para a linha do horizonte onde de fato queremos chegar, prestando atenção no mapa e hoje em dia existem muitas ferramentas que mostram mapas atualizados em tempo real, mapas compartilhados, mapas em que há conexão com outras pessoas, tornando-os muito mais compreensíveis e confiáveis.

Valorize a sua missão

Nessa linha me lembrei de outro grande personagem bíblico, o profeta Isaías, considerado um dos maiores profetas da história. Ele chamou a atenção do povo de Israel sobre os seus próprios erros e a necessidade de buscar uma recomposição, reconhecendo o que se fez errado, ter a capacidade de olhar para trás e ajustar a vida de modo que se tenha condição de continuar olhando para a frente, alimentando uma esperança de um futuro melhor. Isso fica muito claro no capítulo 54 do livro de Isaías, em que ele diz exatamente nos versos 2 e 3 uma ordem em relação a um futuro melhor, veja: “…alargue o lugar de sua tenda, estenda bem as cortinas de sua tenda, não o impeça. Estique suas cordas, firme suas estacas, pois, você se estenderá para a direita e para a esquerda. Seus descendentes desapossarão as nações e se instalarão em suas cidades abandonadas. No verso 4 ele disse ainda: “não tenha medo! Você não sofrerá vergonha, não tema!”

Um texto brilhante que nos alimenta na visão de futuro, mesmo diante das dificuldades atuais, das incertezas políticas, dos extremos em que assistimos no mundo todo e não somente no Brasil, das fake news, diante da vulnerabilidade deste tempo, da complexidade deste tempo, das incertezas.

O pódio é seu! Fique nele!!!

A certeza que temos quando confiamos em Deus e também quando fazemos a nossa parte, planejando e deixando cada vez mais clara a nossa visão de futuro, é que há sim uma necessidade da continuidade. Quando consideramos o pequeno texto de Isaías, podemos afirmar que ele traz, na verdade, uma ordem: pense grande! Pense longe! Alargue suas fronteiras! Se prepare! Busque mais, não pare!

Eu e você temos uma grande missão para cumprir. Falo primeiro para mim mesmo, mas deixo aqui um desafio pra você que não está mais aguentando tantos obstáculos: não pare, apesar das suas dificuldades; não pare apesar das suas limitações; não pare apesar dos seus medos; não pare! Fique no seu lugar o seu lugar de honra! Fique no pódio porque este é o seu lugar! Este é o lugar que você deve aceitar para que você cumpra a missão que veio, primeiro no seu coração, mas sobretudo foi o próprio Deus quem te deu. Que Ele nos abençoe, nos guarde e nos capacite nessa jornada.

Sucesso!!!

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Generosidade e Sucesso

Liderança nas pequenas e médias empresas

Encontrar líderes proativos nas empresas tem sido um desafio cada vez maior. Há falta de experiências, baixo estudo, baixa competência, entre outras dificuldades.  É um desafio perfeitamente possivel de se vencer. Se você, empreendedor, acha não dá para desenvolver a liderança em sua equipe, relembro aquela frase de Henry Ford: “Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.”

Com isso quero compartilhar essa matéria que foi publicada no Blog do Empreendedor, do PME Estadão em 22/10/2019. Lá ele destaca algumas ações importantes para o desenvolvimento de líderes e aqui, eu mostro algumas que considero mais importantes:

  1. Fazer cursos de Liderança (A PJI Consulting tem cursos específicos para o desenvolvimento de Líderes que vão de 08 horas até programas com acompanhamento anual)
  2. Ler livros sobre o tema
  3. Contratar pessoas qualificadas (você pode acelerar o processo de aquisição de conhecimento contratando bons consultores)

A matéria completa está neste link: https://pme.estadao.com.br/blogs/blog-do-empreendedor/como-trabalhar-a-lideranca-nas-pequenas-empresas/

Mas a ação que julgo mais importante é a Liderança pelo exemplo. Trato disso no meu livro “Insights para uma gestão de alto impacto”, que você pode baixar na Amazon.

Sucesso!!!

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Manhã Empresarial

Três ordens de Deus para o seu sucesso em 2019

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Ano novo, novas resoluções, novo planejamento para o início de um novo ciclo. Se você não sabe como fazer um planejamento estratégico pessoal, podemos te ajudar de maneira individual e personalizada (presencial ou online) através da Clínica de Planejamento. Mas antecipo aqui algumas dicas para você trazendo considerações bíblicas para que você tenha sucesso em seu ano novo:

 

1) MARCHE!

[caption id="" align="aligncenter" width="636"] Foto: https://www.rapidonoar.com.br/wp-content/uploads/2018/05/marcha-jesus-696×464.jpg [/caption]

Faça a sua parte! Planeje, trabalhe duro e execute. Não fique parado achando que sempre há um culpado pelas coisas não acontecerem ou andarem num ritmo menor. Aja hoje! Como reflexão, trago o texto de Êxodo 14:15 – Disse então o Senhor a Moisés: “Por que você está clamando a mim? Diga aos israelitas que marchem! Portanto, não fique aí esperando que tudo caia do céu.

 

2) VÁ!

Deus disse para Gideão: vai nesta tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu? Juízes 6:14. Não é porque até hoje foi tudo tão difícil que você tem o direito de parar. Há muito ainda a fazer.

 

3) SEJA!

[caption id="" align="aligncenter" width="647"] Foto: Atif Saeed[/caption]

Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois, o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. Josué 1:9. Desnecessário comentar.

 

É preciso continuar

Continue trabalhando com “a maior fé”, como diz minha filha Natália. Dificuldades? Elas nos deixam mais fortes. Inimigos? Eles nos ensinam a “guerrear” e não nos deixam cair na armadilha da zona de conforto. Circunstâncias imperfeitas? Trabalhe ainda mais, sempre confiando ao Senhor essas tuas obras (Prov 16:3), É importante ter um alvo claro a ser alcançado, só assim você conseguirá manter viva a esperança de dias melhores e andar de cabeça erguida. Lembre-se também que Deus “satisfará o desejo do teu coração.” (Sm 37:4)

Acreditar e agir como um verdadeiro vencedor seja, talvez, um dos maiores desafios que vivemos nos dias atuais, pois, além de faltar a medida correta aos autoconfiantes, acabam pensando que podem fazer tudo por si mesmo, do outro lado vemos a ansiedade e a depressão aumentando consideravelmente na sociedade, dificultando a compreensão exata do que significa ser vencedor pela graça e misericórdia de Deus. Ele sempre está conosco e afirma que “tudo irá bem aos justos” e que comeremos “do fruto de ‘nossas’ ações”. (Is 3:10). É natural acharmos que não somos “tão vencedores assim”, mas é só observar um pouco (na Clínica de Planejamento temos um exercício que ajuda muito essa análise) e ver que temos muito o que comemorar. As pessoas ao nosso redor sabem disso, olham pra nós e sabem que Deus está conosco. Foi assim com Isaque (“Vimos claramente que o Senhor está contigo” – Gên. 26:28), é assim comigo e será assim com você também. Creia!

Que neste próximo ano todos possam olhar pra você, sua família e seus negócios e declarar: “Tu és abençoado do Senhor!”

Mas, antes que acabe este post, lembre-se:

  • Se você não planejar, não poderá agir com assertividade.
  • Se você não agir, nada vai acontecer.
  • Por isso,  marche rumo a um objetivo claro, vai na força que você tem hoje e seja forte e corajoso nesse caminho. Terás ainda mais sucesso!!!

Feliz 2019!

 

Paulo Junior

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Clínica

Disrupção & Fé: como construir o futuro em tempos incertos

Baixe aqui o Mapa Mental da palavra ministrada no dia 17/11/2018, na programação do Godstock-Rede Nuvem, da Cidade Viva.

Mapa Mental: DISRUPO__F

Apresentação com textos: CIDADEVIVA_REDENUVEM_DISRUPCAO-FE

Videos:

  1. Murmuration
  2. Uberair
  3. Jaqueta Levis & Google: filmada por Paulo Junior durante a NRF2017, em Nova York.[video width="1920" height="1080" mp4="https://paulojunior.net/wp-content/uploads/2018/11/JAQUETALEVIS-GOOGLE20180116.mp4"][/video]

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CANTON FAIR EM ABRIL DE 2019

Próxima Missão Empresarial com destino à Canton Fair, na China, acontecerá em abril de 2019.

A nossa responsabilidade é enorme na orientação do empresariado, por isso sempre consultamos outros especialistas e principais entidades empresariais do Brasil e do mundo para buscar as melhores e mais fidedignas informações, para que possamos ser mais assertivos em nossas recomendações.

Há alguns meses estive com com Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – MDIC, que nos apoiou quanto à construção de uma agenda positiva para o Nordeste ao passo que também recomendou o estímulo ao empresariado em buscar novos mercados para ampliar as oportunidades para o sucesso.

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PJI recebe homenagem em NY

Planejamento e Novas oportunidades

[caption id="attachment_2300" align="alignright" width="1065"]Edna Cesetti, Diretora do MDIC; Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior MDIC; Walter Santos, publisher da Revista Nordeste e Paulo Junior, Diretor da PJI Consulting: análise de cenários e construção de uma agenda positiva e efetiva para o nordeste brasileiro. Edna Cesetti, Diretora do MDIC; Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior MDIC; Walter Santos, publisher da Revista Nordeste e Paulo Junior, Diretor da PJI Consulting: análise de cenários e construção de uma agenda positiva e efetiva para o nordeste brasileiro.[/caption]

No contexto de ter um olhar positivo sobre as coisas, aconselhamos nossos clientes a revisarem suas estratégias, pois, tão certo como o ar que respiramos é o fato de que a “tempestade” passará e somente quem aproveitar o momento para reorganizar a casa e ajustar seus planos de futuro é que terá êxito quando o mercado se reaquecer. Pensando nisso estamos realizando uma série de programas voltados ao Planejamento Estratégico de nossos clientes, através das Clínicas de Planejamento, uma atividade que auxilia no correto entendimento do cenário atual e o projeta para os próximos anos, permitindo àqueles que têm pouca experiência em planos de futuro, o fazer com a segurança necessária. Esta atividade tem ajudado os líderes das empresas a encontrar um caminho seguro e fugir de aventuras em momentos que requer cautela. Planejamento é a base do sucesso empresarial. Como exemplo, tomamos uma decisão importante em relação às missões empresariais que realizamos, geralmente, para o exterior.  Nossa próxima Missão Empresarial com destino à Canton Fair, na China, que fazemos anualmente em parceria com as empresas AL Trade e Classe A Operadora de Turismo, acontecerá somente em abril de 2017, pois, entendemos que a partir do próximo ano é que o cenário no país possibilitará maior segurança para a busca de novos mercados. Como a nossa responsabilidade é enorme na orientação do empresariado, sempre consultamos outros especialistas e principais entidades empresariais do estado, como a Fecomércio e a FIEP, que inclusive nos apoiam em diversas ações, dentre elas a de postergar essa missão empresarial para o próximo ano. Recentemente estive com Marcelo Maia, Secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio – MDIC, que nos apoiou quanto à construção de uma agenda positiva para o Nordeste ao passo que também recomendou cautela quanto ao cenário atual. Isso demonstra que o empresário deve evitar aventuras, sem deixar de lado a esperança de que dias melhores estão por vir.

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PJI recebe homenagem em NY

Perspectivas para o Brasil

Economia é esperança. O ex-ministro Delfim Neto reafirmou isso numa recente entrevista a uma importante jornalista econômica do Brasil. É fato que as pessoas só se movimentam quando acreditam que suas ações darão o resultado esperado. Isso faz mover a economia. Quando falta essa esperança às pessoas elas se retraem e deixam de consumir, gastar, investir, etc.  É exatamente o que temos visto nos dias atuais no Brasil, pessoas esperando para ver no que vai dar essa crise política e econômica em que vive o país. Independentemente de posições políticas, tenho recomendado ao amigos e clientes que devemos fixar nosso olhar nos interesses da nação, porque toda essa demora em encontrarmos uma solução tem custado muito caro para todos nós. O tempo está passando e muitas oportunidades estão sendo deixadas para trás. Como consultor, tenho conversado com muitos líderes e empresários desejosos em investir, crescer e agir, porém, retraídos quanto à efetivação dessas ações. É um momento de pausa, que assim como numa sinfonia musical, também são importantes, ou seja, não podemos esquecer que o silêncio também faz parte da música.

Mesmo acreditando que o país se recuperará dos seus traumas e sairá mais forte do que entrou nesta crise, tenho dito a todos que esta é uma hora em que o senso de realidade deve estar perfeitamente ajustado, ou seja, é preciso estar mais atento aos movimentos da política e da economia para não perder o que chamamos de “timing”, hoje considerado o fator de maior importância para o sucesso de qualquer negócio. É errado o empresário sair pisando no acelerador num momento como este, de cautela. Ao passo que também é errado achar que o mundo vai acabar amanhã e não fazer absolutamente nada. É preciso ter equilíbrio e temperança sem perder o olhar positivo sobre as coisas.

Tal Ben Shahar, Professor da Harvard e fundador da The Wholebeing Institute, da Happier.TV e atual líder de um dos cursos mais concorridos em Harvard, psicologia positiva, afirma que pessoas vencedoras alimentam uma visão otimista. Por isso, quando empresários e líderes nos perguntam sobre as expectativas para o Brasil, temos sempre alimentado um olhar positivo em relação ao futuro, apesar do momento grave que vivemos. Segundo dados do IBGE, utilizados e validados, inclusive, por grandes bancos em suas análises de cenários futuros, há perspectivas de recuperação empolgantes a partir do segundo semestre de 2017. Por exemplo, a construção civil poderá atingir patamares de até 7% de crescimento em 2020, a indústria até 4% em 2018; o setor de serviços até 2,5% no mesmo período e o agrobusiness manterá índices positivos podendo crescer até 3,5% em 2018. Áreas como tecnologia, saúde, educação, seguros e agronegócios seguem firmes mesmo nesse tempo difícil.

PIB_CONSTRUCAO_CIVIL

A crise que vivemos nos deixará mais forte, pois, ela nos obriga a buscar novos caminhos, revisar a estratégia, melhorar a eficiência, ser mais criativos, desenvolver competências de liderança e melhorar o relacionamento com nossos clientes, com quem jamais podemos perder a credibilidade.

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Detestamos Surpresas

Por Walter Felix Cardoso Júnior

 

Embora já não seja pouco tudo que se faça, hoje em dia, para antecipar riscos aos nossos empreendimentos, e mesmo abusando dos avanços tecnológicos a nossa disposição, continuamos quase tão vulneráveis às surpresas quanto sempre estivemos. Talvez, estejamos dando ênfase demais ao alerta automático das mídias ou empregando computação demais para reunir e analisar indicadores, mas o fato é que, vez por outra, falhamos na interpretação da informação. A lógica não é mais a única premissa para uma boa tomada de decisão nesse ambiente de incerteza que nos envolve. Embora o fator “causa e efeito” seja determinante, o tempo entre uma coisa e outra se tornou tão curto que, muitas vezes, resta-nos seguir tão somente a própria percepção. Vale lembrar que as máquinas não podem substituir satisfatoriamente as mentes preparadas porque lhes falta intuição, curiosidade, bom senso, vibração e mais uma infinidade de virtudes imprescindíveis.

Sempre poderemos procurar um culpado pela surpresa. Teríamos acessado dados imperfeitos? Nosso método de interpretar fatos e situações não seria tão eficaz? Nós, como livres atores coadjuvantes do cenário à nossa volta, estaríamos com dificuldade para colocar as coisas na perspectiva certa? A realidade é que o erro pode ocorrer em diferentes graus. Quando as más surpresas acontecem, necessário se faz apurar responsabilidades. Para minimizar o risco, sugerimos que os tomadores de decisão modelem antecipadamente o tipo de apoio informacional com que possam contar. A seguir, listamos nove sugestões que objetivam tornar mais segura uma decisão estratégica:

Primeiro: Identifique com clareza as suas necessidades de informação. Tem necessidade de informação a pessoa que reconhece existir algo errado em seu estado de conhecimento e que deseja resolver essa anomalia porque não sabe o insuficiente para lidar com as incertezas. Bem, muitos executivos simplesmente aceitam o que os sistemas informativos lhes entregam; outros, exigem minúcias dos auxiliares. O ponto de equilíbrio depende da clareza com que você determina essas necessidades.

Segundo: Não permita que outras pessoas decidam qual informação crítica você necessita. Embora o desenvolvimento de competências específicas relacionadas ao trabalho informacional ajudem os auxiliares a lidar melhor com a informação que lhe faz falta, é preciso considerar que muitas demandas costumam ter o caráter pessoal. Idealizar objetivos velados pode ser determinante no jogo do sucesso.

Terceiro: Insista em receber informações factuais e utilizáveis. Não cometa o erro de confiar excessivamente nas habilidades prospectivas de algum auxiliar, ou mesmo na pretensa capacidade de alguém para interpretar fatos. Os colaboradores podem lhe ajudar muito na reunião de informações, seleção e análise dos fatos, na descoberta de intenções dos rivais e na apresentação oportuna de tudo isso. Cabe lembrar, porém, que a responsabilidade é sempre de quem decide.

Quarto: Não conte exclusivamente com o staff pessoal para obter os alertas prévios. É importante que o executivo tenha suas próprias fontes em adição às exploradas pelos auxiliares. Em princípio, não se obtém uma informação importante “de graça” e não é incomum utilizar-se do escambo.

Quinto: Não se deixe influenciar por um “clima de opinião generalizada”. Se você sucumbe a esse fenômeno, tenderá a rejeitar informações “quentes” que conflitem com uma eventual opinião generalizada. Dar vasão ao preconceito pode custar muito caro. A história está repleta de exemplos de perigosas

conclusões generalizada que, passando por cima de fatos importantes, se tornaram largamente aceitas, e catastróficas. Por exemplo, a convicção do comando naval norte-americano, em 1941, de que sua importante base de Pearl Harbour não seria jamais atacada pelos japoneses, obscureceu todas as demais considerações a respeito. Providências mínimas de proteção não foram tomadas e um grande ataque aéreo resultou na destruição total de sua frota do Pacífico. O eufórico clima de opinião precisa ser rejeitado e a melhor política é deixar os fatos falarem por si.

Sexto: Acredite que o oponente é tão esperto quanto você. Como corolário dessa regra, reconheça que os rivais, sendo tão espertos ou mais do que você, têm sempre um plano. Não somente um plano, mas pretendem vencê-lo em qualquer disputa. Seus objetivos podem ser incompreensíveis para nós, mas perfeitamente reais para eles. Leve a sério seus competidores.

Sétimo: É muito importante levantar as verdadeiras intenções dos rivais. Deveria ser considerado um objetivo implícito em qualquer disputa tentar descobrir o que as pessoas podem fazer e farão, mesmo quando aparentam seguir em outra direção. Quando o concorrente lhe declara uma intenção, isso pode ser uma peça de desinformação e torna-se essencial determinar a credibilidade disso. Quando você sabe o padrão de comportamento do rival e tem uma boa noção o comportamento do mercado, suas probabilidades de descobrir a verdade aumentam. A habilidade de mentir é uma das que o homem mais desenvolveu ao longo da história.

Oitavo: Espere que a surpresa ocorra na pior hora. Não foi por acaso que o ataque árabe no Oriente Médio,em 1973, tenha sido lançado no feriado judaico do Yom Kippur surpreendendo completamente os israelenses. Quando querem mesmo causar surpresa, os oponentes planejam ações para hora e local em que menos espera. Não há nada de exclusivo nessa afirmação, pois você poderá desejar fazer o mesmo com eles.

Nono: Recompense as colaborações que ajudam a compreender melhor o ambiente e as pessoas. Não acredite que as informações mais importantes, aquelas que realmente fazem a diferença, venham naturalmente até as suas mãos. Você tem que merecê-las e, para isso, precisará correr atrás delas, valendo-se até de colaborações externas com absoluta discrição. Ninguém gosta de ser visto como interessado nos segredos dos outros. Então, valorize quem lhe dá suporte.

Finalmente, vale destacar que, após sermos surpreendidos, é comum aparecerem os “luminares” revisores do passado selecionando apenas alguns indícios verdadeiros e esquecendo-se de todos os demais, fazendo crer que até mesmo um idiota surdo e cego conseguiria pressentir a tal ameaça. Entretanto, você saberá que não foi bem assim.

[caption id="attachment_2228" align="alignleft" width="200"]WalterFelix Walter Felix é Coronel da Reserva do Exército Brasileiro, Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina, investigador em Defesa e Processos de Inteligência e Consultor.[/caption]

 

 

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Extra! Extra! "Negócio de família dá certo e dá lucro"

José, o primeiro consultor

[caption id="" align="alignright" width="329"] A história de José retratada em Gênesis 41: de escravo à consultor; só depois, Governador.[/caption]

Minha reflexão sobre os versos escritos no livro bíblico em Gênesis 41: 14; 16; 25 a 36, é extremamente simples e voltada para o cenário profissional. Os versos assinalados  mostram que, ao ser chamado pelo Faraó para interpretação dos seus sonhos, José se apresentou como um excelente consultor, talvez o primeiro da história da humanidade.  Alguns pontos me chamaram bastante a atenção:

1) Relacionamento é fundamental: 
José foi indicado para dar consultoria, pois, segundo o relato bíblico o chefe dos copeiros teve um contato com ele quando ambos estavam na prisão, um cenário aparentemente sem futuro promissor. Entretanto, José, usando diariamente seus dons e talentos , deixou uma marca positiva neste contato e no momento oportuno, ou seja, quando realmente foi necessário, o copeiro se lembrou de José perante o Faraó. Aqui há um princípio do sucesso: há sempre alguém olhando para você, portanto, trabalhe diligentemente independentemente das circunstâncias.
Com isso, podemos afirmar que a prospecção de novos clientes se desenvolve melhor no âmbito do relacionamento, valorizando sempre a outra pessoa que “ainda” não é um cliente, mas poderá ser um canal para outros possíveis clientes em potencial. Lembro aqui daquela máxima em geomarketing: perto de um cliente, sempre há um não-cliente! Portanto, desenvolva relacionamento sincero com as pessoas.

2) A primeira impressão é mesmo a que fica:
Estar sempre bem vestido e adequado ao perfil do cliente será fundamental. Perceba que José se barbeou e trocou de roupa para ir ao Faraó (14). Mas será que isso é preciso falar? Infelizmente, sim, porque hoje as pessoas estão relativizando as relações e desconsiderando uma postura mais profissional diante dos seus prospects. Aprenda que a sua imagem sempre dará crédito às suas palavras, sobretudo, se você for um consultor.

3) Propaganda é a “alma” do negócio:
Divulgue seu trabalho: as pessoas precisam saber o que você faz. Note que no verso 15, o Faraó diz: “ouvi falar que você…”.

4) Competência é poder:
Saber fazer é muito mais imprescindível para uma pessoa de sucesso, do que apenas saber, conhecer. Ao colocar o conhecimento em ação, o profissional exibe suas verdadeiras credenciais para o mercado. Mas note que no caso de José, mesmo cheio de êxitos passados que lhes credenciaram a estar diante do Faraó (16), ele sinalizou um credenciamento ainda maior, destacando que o motivo de toda a sua história de sucesso viera exclusivamente de Deus.

Quando cito que competência é poder no item 4, falo do conhecimento colocado em ação, adquirido através de uma forte vivência prática ao longo dos anos. Não foi diferente com José, que desenvolveu competências de um líder vencedor desde o tempo em que foi vendido por seus irmãos, como por exemplo:

  1. Resiliência: José foi vendido como escravo para o Egito, foi acusado injustamente de adúltero, foi esquecido na prisão, suportou sete anos de escassez, encarou o retorno dos seus irmãos desleais.
  2. Visão de Futuro: desenvolveu uma Visão de futuro, pois, sabia que Deus tinha um plano especial para ele (Gn 37.5-6,9-11);
  3. Relacionamento: Deus era com José em tudo o que ele fazia, demonstrando claramente que havia relacionamento pessoal com Deus (Gn 39.2, 21,23).
  4. Realizações: Tudo o que José fazia, prosperava (Gn 39.23). Certamente, isso o ajudou a desenvolver competências como auto-confiança (parece contraditório, mas a cada vitória, ficamos sempre mais confiantes para os próximos passos), humildade e dependência de Deus.
  5. Liderança: foi líder na prisão e tomou conta de todos os presos (Gn 39.22).
  6. Confiança: obteve a confiança do carcereiro para liderar onde estava, independente, das péssimas circunstâncias (Gn 39.22).
  7. Gerenciamento: o carcereiro confiou a José todos os presos e ele fazia tudo o que devia se fazer ali (Gn 39.22)
  8. Prestação de contas: o texto de Gn 39.22 não deixa claro, mas e impossível que o José não necessitasse prestar contas do que havia feito na prisão.
  9. Gestão de conflitos: imagina liderar num ambiente completamente hostil? Certamente, interesses eram contrariados e havia oposição. Cenário oportuno para conflitos.
  10. Estratégia e Organização: como Governador teve que ser estrategista e um líder organizado para suportar os tempos de escassez (Gn 41.56). Fez toda a preparação para salvar o país e obter grandes riquezas para Faraó.
  11. Discernimento e Sabedoria (Gn 41).
  12. Paciência: especialmente, para lhe dar com seus irmãos (Gn 45)
  13. Senso de segurança (Gn 45.4)
  14. Senso de empatia (Gn 45.4)
    4.15) Senso de propósito (Gn 45.5)

5) Ouça atentamente seu cliente: José ouviu tudo o que o Faraó falou;

6) Seja confiante para um diagnóstico assertivo:
José afirmou com toda a confiança (vs 25-32) a sua percepção sobre o assunto: “O Faraó teve um único sonho”. Baseado no seu conhecimento e relacionamento com Deus.

7) Não fique no diagnóstico:
Dê um prognóstico. Olhe para frente sempre. Encontre soluções positivas, pois, definitivamente não vale a pena ficar remoendo o que aconteceu, mas através dos dados e informações históricas o profissional de sucesso deve construir uma visão de futuro. Por isso, faça recomendações estratégicas (32), organizacionais (33-34) e operacionais (35).

As recomendações feitas por José, foram:

  1. Estratégica: Gênesis 41:32 NVI diz: “O sonho veio ao faraó duas vezes porque a questão já foi decidida por Deus, que se apressa em realizá-la.”, ou seja, sob o ponto de vista macro, estratégico, ele foi bem claro ao afirmar que já havia um plano em curso que, se nada fosse feito, comprometeria o futuro do país.
  2. Organizacional: foi feita pelo apontamento da necessidade de haver um gestor para a crise: “Procure agora o faraó um homem criterioso e sábio e coloque-o no comando da terra do Egito.” Gênesis 41:33 NVI
  3. Operacional: “O faraó também deve estabelecer supervisores para recolher um quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura. Eles deverão recolher o que puderem nos anos bons que virão e fazer estoques de trigo que, sob o controle do faraó, serão armazenados nas cidades.” Gênesis 41:34-35

8) Trabalhe duro e sempre com fé, pois, o sucesso virá:
Napoleon Hil, autor do livro “A Lei do Triunfo”l reforça a crença na lei da semeadura, dizendo que “aquele que trabalha mais do que ganha, em breve ganhará mais do que trabalha”. Assim aconteceu com José, cuja remuneração pela “consultoria” que deu ao Faraó foi nada menos do que governar toda a terra do Egito, principalmente, porque após o trabalho realizado, as suas qualificações e atmosfera vencedora, ficaram ainda mais evidenciadas pela presença do Espírito de Deus em sua vida.

Espero que estas reflexões nos ajudem a servir melhor aos nossos clientes e, principalmente a Deus!

Sucesso!

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Arranje tempo para o trabalho que importa

Como diz o “meme” da internet, pedir mais horas no dia “é para os fracos”.  Veja o porque desta afirmação através da excelente matéria da Harvard Business Review Brasil, escrita por Julian Birkinshaw, professor de estratégia e empreendedorismo na London Business School e Jordan Cohen, um especialista em produtividade no PA Consulting Group.

Espero que você ganhe até 20% de seu dia de trabalho para se concentrar nas tarefas que realmente importam para o seu negócio.

Sucesso!!!

Vai lá: arranje tempo para o trabalho que importa

[caption id="" align="aligncenter" width="576"] Como anda o seu tempo no trabalho? Fonte: HBR-BR[/caption]

 

Fonte: 

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Pontualidade: a chave do sucesso

[caption id="" align="aligncenter" width="560"] Pontualidade: fazer as coisas no seu tempo justo e devido momento.[/caption]

Definitivamente, a pontualidade é uma característica dos vencedores. Ser pontual é respeitar o próximo, emitindo o sinal da integridade nas relações. As pessoas influentes e bem-sucedidas usam a pontualidade ou falta dela para estabelecer parcerias vencedoras ou deixar aquelas em que o respeito pelo tempo do próximo não é valorizado. Atrasos, além de demonstrar grande descortesia com os outros, custam caro para todos. Vamos vencer! Vamos ser pontuais!

Recomendo a leitura do artigo extraido do livro No BS – Gestão do Tempo para Empreendedores, onde o coach e consultor Dan Kennedy aborda este assunto:  The Single Most Important Habit of Successful Entrepreneurs

 

 

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Você sabe o que é Inteligência?

[caption id="attachment_1611" align="alignleft" width="221"] É preciso esclarecimento sobre a atividade de Inteligência[/caption]

Cada vez mais tenho ouvido grandes palestrantes utilizarem o termo “inteligência” para se referirem à capacidade cognitiva usada para maior assertividade em diversas áreas. Estão mesmo se referindo ao cojunto de todas as faculdades intelectuais (memória, imaginação, juízo, raciocínio, etc) que deve ser utilizado para o sucesso familiar, nas finanças, nas emoções e nas relações, etc.

Me perdoem os colegas pelestrantes, mas parece que se trata de um “modismo” para deixar o discurso mais bonito. Você já deve ter ouvido que é preciso ter mais inteligência financeira, mais inteligência econômica, mais inteligência em todas as áreas, ou seja, estão mesmo nos dizendo para “não sermos burros” (com o perdão da expressão). Já ouvi de tudo: “Vamos agora começar o nosso curso de Inteligência Financeira”; ou aquela: “precisamos ter mais Inteligência Inter-elacional”, ou ainda “é preciso ter inteligência emocional para suportar tal situação.”

De fato, a palavra inteligência é muito bonita e torna tudo mais sofisticado, mas creio que é preciso mais esclarecimento sobre o correto uso do vocábulo Inteligência (com I maiúsculo mesmo!). Veja algumas definições do Vocabulário de Inteligência produzido pela ABRAIC (Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência):

Inteligência (Intelligence)

Inteligência (Intelligence) É a atividade especializada permanentemente exercida com o objetivo de produzir informação acionável (Inteligência) de interesse de uma determinada organização e a salvaguarda desta informação contra ações adversas de qualquer natureza. O termo Inteligência encerra um tríplice aspecto: (1) como atividade (2), como produto dessa atividade; (3) como área habilitada a realizar essa atividade. Teve origem nos órgãos de Inteligência Militar, passando mais tarde a ser utilizado pelo Estado. Hoje sua abrangência atinge as organizações em geral (Sherman Kent, 1949).

 

Inteligência Competitiva (Competitive Intelligence)

Constitui-se na atividade de Inteligência voltada para o mundo dos negócios, ou seja, para o ambiente competitivo. Busca a manutenção ou desenvolvimento de vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Ver também: Inteligência, Processo de Inteligência, Espionagem, Ética e legalidade, Inteligência Clássica, Vantagem Competitiva, Concorrente.

 

Inteligência de Estado

É a atividade de Inteligência voltada para a defesa do Estado, da sociedade e da soberania nacional. Ver também: Inteligência; Contra-Inteligência; Site da ABIN.

Inteligência Econômica

É a atividades de Inteligência exercida por órgãos do Governo cuja finalidade é a produção de Inteligência para o desenvolvimento de vantagem competitiva de um país, bem como a proteção das informações científicas e tecnológicas sensíveis voltadas para a atividade produtiva.

 

Inteligência Estratégica (Strategic Intelligence)

É a atividade de uma expressão de Inteligência que tem implicações a longo prazo geralmente vinculada a formulação de cenários prospectivos.

 

Inteligência Humana (Humint – Human Intelligence)

Informação de Inteligência proveniente de fontes humanas. Consistem nas próprias pessoas com acesso a temas sobre os quais é necessário conhecer. É a fonte de informação mais tradicional e mais antiga.

 

Inteligência Militar

É a atividade de Inteligência permanentemente exercida pelas Forças Armadas com o objetivo de produzir Inteligência de interesses do comandante de qualquer nível hierárquico e proteger conhecimentos sensíveis, instalações e pessoal contra ações patrocinadas pelos serviços de Inteligência oponentes e/ou adversos. Ver também: Inteligência e Contra-Inteligência.

 

Inteligência Tática (Tactical Intelligence)

É a atividade de Inteligência decorrente da aplicação de estratégia.

 

Inteligência emocional é um conceito em Psicologia que descreve a capacidade de reconhecer os próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles.

Aproveite estas informações e seja mais inteligente.

Sucesso!!!

Paulo Junior